Essa costuma ser a primeira pergunta de quem vai contratar um inflável promocional pela primeira vez. A resposta honesta é que não existe tabela única: o que existe são fatores de preço bem definidos. Entendendo esses fatores você consegue estimar em que faixa o seu projeto cai e, principalmente, evita pagar por coisas que a sua ação não precisa.

Este guia foi escrito por quem fabrica. Na Novar Infláveis as peças são produzidas na nossa própria fábrica, então o que está aqui vem do processo real de produção — não de uma tabela de revenda.

Os seis fatores que definem o preço de um inflável

1. O tipo de peça

É o fator que mais pesa. Um bolashow, que é uma esfera leve para circular no meio do público, e uma réplica inflável de grande porte, que reproduz um produto em escala gigante, estão em faixas muito diferentes. Entre os dois extremos ficam tendas, portais, totens, mascotes, rooftops e blimps.

2. O tamanho

Preço de inflável não cresce de forma linear com a altura. Dobrar a altura de uma peça multiplica a área de tecido, exige mais costura, reforço estrutural e, muitas vezes, um soprador maior. Por isso vale definir o tamanho a partir da distância de leitura: de quantos metros o público precisa enxergar a peça? Se a resposta é “do outro lado do pavilhão”, o porte grande se justifica. Se é “da calçada em frente”, uma peça menor entrega o mesmo resultado por menos.

3. O material

Cada produto pede um tecido diferente, e isso entra no custo. O poliéster emborrachado é usado em tenda, portal, rooftop, totem, mascote, réplica e projetos especiais — peças que ficam montadas por horas ou dias e enfrentam sol e chuva. O PVC laminado é usado no blimp e na linha mini, por ser mais leve. Já o PVC leve de 0,18 a 0,25 mm é o do bolashow e da promoball. Pedir um material mais pesado do que a aplicação exige é uma das formas mais comuns de gastar a mais sem ganhar nada.

4. A complexidade da arte e da forma

Uma peça com poucas cores chapadas e formato geométrico é mais barata que um mascote com expressão facial, recortes e degradê. Não é capricho da fábrica: cada cor e cada recorte vira uma peça de tecido a mais para cortar, posicionar e costurar. Se o orçamento está apertado, simplificar a arte costuma render mais economia do que reduzir o tamanho.

5. Quantidade

A parte cara de um inflável novo é o desenvolvimento da modelagem. Uma vez que ela existe, produzir a segunda, a terceira e a décima unidade da mesma peça sai bem mais barato por unidade. Se a sua campanha vai rodar em várias praças ao mesmo tempo, pedir tudo de uma vez costuma valer mais a pena do que pedir uma por vez.

6. Prazo

Nosso prazo normal de produção é de 10 a 20 dias úteis após a aprovação da arte. Procurar com antecedência não é só questão de tranquilidade: é o que permite planejar a produção dentro da fila normal da fábrica, sem custo de urgência.

O que já está incluso (e você não precisa comprar à parte)

Um erro comum ao comparar orçamentos de fornecedores diferentes é olhar só o valor da peça. Todo inflável que sai da Novar já vai completo:

Some a isso 12 meses de garantia contra defeitos de fabricação. Quando um orçamento parece muito mais barato que os outros, vale conferir se esses itens estão dentro ou se viram custo extra depois.

Comprar ou alugar?

A conta muda conforme a frequência de uso. Para uma única ação pontual, alugar pode fazer sentido. A partir de três ou quatro ativações, comprar costuma sair na frente — e você fica com uma peça com a sua marca, disponível quando quiser, sem depender de disponibilidade de terceiros em data concorrida.

Vale lembrar que um inflável bem cuidado roda por vários anos e dezenas de eventos. O custo real não é o valor da nota: é o valor dividido pelo número de ativações em que a peça vai aparecer.

Fábrica ou revenda: por que isso muda o preço

Boa parte de quem vende inflável no Brasil não produz: repassa o pedido para uma fábrica e coloca a margem em cima. Isso tem três efeitos práticos. O preço sobe; o prazo fica menos confiável, porque quem vendeu não controla a fila de produção; e formatos fora de catálogo viram “não fazemos”, porque dependem de modelagem nova.

Comprando direto da fábrica você fala com quem produz, tem prazo real e consegue desenvolver projetos especiais que não existem em catálogo.

Como pedir um orçamento que volta rápido e certo

Para receber um valor fechado em vez de um “depende”, mande três informações:

  1. Onde a peça vai ser usada — dentro ou fora, por quanto tempo, quantas vezes no ano;
  2. Tamanho aproximado ou distância de leitura — mesmo que seja só “precisa ser vista do outro lado da rua”;
  3. A data da ação — para checarmos o prazo antes de qualquer coisa.

Com isso já conseguimos indicar o modelo e o material certos e enviar um valor. Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h, pelo telefone (11) 96466-6821 ou pelo e-mail contato@novarinflaveis.com.br. Você também pode preencher o formulário de orçamento — é sem compromisso.

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